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Por Que a Gente É Assim – O Livro oficial do Barão Vermelho

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Então vamos falar de literatura e música. Uma combinação que dá caldo e dos bons. Hoje é dia de discorrer sobre o livro Barão Vermelho – Por Que A Gente É Assim. Escrito por Rodrigo Pinto, Guto Goffi, baterista e fundador do Barão e o saudoso Ezequiel Neves, o eterno descobridor e incentivador do grupo no mercado fonográfico.

Zeca Camargo é quem assina a contracapa: “E desde quando o rock brasileiro tem história?” Pergunta inquisidor o jornalista e responde… “Se você realmente precisa fazer essa pergunta, aqui está a resposta…”.

De leitura rápida e gostosa, com um trabalho gráfico ousado, o livro dá uma geral na história do Barão Vermelho desde a sua fundação por Guto e o tecladista Maurício Barros, passando pelos ensaios na casa deste no bairro do Rio Comprido e a entrada dos outros integrantes, o baixista Dé Palmeira e o guitarrista Roberto Frejat. Até surgir na parada o vocalista que iria mudar definitivamente a cara do Rock Brasil. Seu nome? Um tal Agenor de Miranda Araújo Neto. Um aspirante a ator, filho de um dono de gravadora e uma dona de casa, ex-cantora e ex-costureira. Agenor é mais conhecido pelo seu apelido, dado por seu pai antes mesmo do nascimento. Estou falando de Cazuza. Sim, ele mesmo, o eterno Exagerado!

Na seqüência o texto fala dos primeiros shows no Circo Voador, as gravações dos discos, curiosidades, conflitos, alegrias e dores, embaladas por muito rock and roll. Sim, o livro vem acompanhado de um CD de áudio com os primeiros e inéditos registros do Barão Vermelho.

O Livro, lançado em 2007, mas ainda disponível em lojas virtuais, Mercado Livre e sebos, merece a leitura, pois se trata de um registro histórico de um dos melhores grupos que o Brasil já produziu. Pois como já dizia a letra de Bete Balanço… “Quem tem um sonho não dança”.

 

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Jornalista, blogueiro, letrista, cantor em uma banda de rock, fã de música, quadrinhos e cinema