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Especial Dia Das Crianças – Pitadas na Cozinha #08

10 out , 2015  

 

Para celebrar o Dia das Crianças, o Pitadas na Cozinha recebeu os queridos irmãos, Maria Luíza (Malú), 8 anos e Bernardo, 10 anos, para marcar a data. Nicole recebeu o auxíio luxuoso dos pequenos para ensinar a receita do divertido macarrão com salsicha e a deliciosa banana split.  Os ingredientes estão na descrição do vídeo. FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!!!

 

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Bate-Papo #02 – com Charles Zimmermann

12 Maio , 2015   Gallery

O jaraguaense Charles Zimmermann é um viajante com selo de qualidade aprovado pelo Inmetro. Professor e escritor, em seu mais recente livro, Travessia – 747 Dias de Bicicleta Pelo Mundo, publicado pela editora Camus, Zimmermann narra sua viagem em busca de conhecimento. Detalhe que ele fez isso montado em uma bike.

Charles Zimmermann

Foram 747 dias “sozinho”. Zimmermann pedalou por 40 países, em quatro continentes. O fascínio pelo exótico fez o escritor travar contato com culturas tão diferentes da nossa, que só mesmo convivendo um pouco com essas pessoas foi possível absorver o estilo de vida delas. E é este contato próximo que o autor de Travessia – 747 Dias de Bicicleta Pelo Mundo, vivenciou e apresenta no livro.

Confira o bate-papo para o Pitadas do Sal, e conheça um pouco mais desse ilustre catarinense de Jaraguá do Sul.

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Um Poeta Pode Fingir

24 jan , 2014  

Um Poeta Pode Fingir

O Beijo - Henri de Toulouse-LautrecUm poeta pode fingir
A lua não vai mais se esconder de nós dois
E mesmo que o Circo voe
E não arme mais a lona
Eu pego carona na tua poesia depois
Eu quero te descobrir

Um poeta pode fingir
Deixe a história nos contar
Vamos inventar a nossa história
Deixa eu te olhar nos olhos por mais de um século
Conheço a palavra que anseias ouvir

Um poeta pode fingir
Eu posso ler seus pensamentos
Baseado nas frases ao vento
Sei dos teus medos ocultos
E o que estás a sonhar

Um poeta pode induzir
Quero você no mar
Num palco
No céu de um picadeiro
Mas não quero um momento
Um pedaço
Quero por inteiro
Não fomos feitos pra durar

Um poeta pode fingir
Eu não sei seduzir!

Há sorriso em seus olhos
Há desejo em seu sorriso
Mas preciso provar meu próprio veneno
Pra te mostrar o paraíso

Assim criarei nosso céu
Pra te dar o real anel de lua e estrela que te prometi
Todo encanto e magia
Toda poesia que você sentir!

Embarque nessa viagem
Tente!
Um poeta pode fingir
Mas não mente!

por Ariston Sal Junior 

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Pitadas

Uma poesia chamada Se Eu os Merecia! – por Sal

10 jan , 2014  

poesia Se Eu os Merecia

poesia Se Eu os Merecia

Eu confesso que não sei
Se são rasos ou profundos
Se são intensos como o céu
Ou extasiante como o mar

Se é o brilho deles que me inebria
Ou se é esse torpor que me deixa sem ar

Me atrapalho às vezes em palavras
Mas esse é o preço por falar demais

No começo confundi se eram verdes ou azuis
Se eu os merecia ou se era mais do que eu podia ganhar

Mas confesso, olhando agora em seu rosto…
Que seus olhos são os mais lindos e doces
Que a natureza poderia forjar!

por Ariston Sal Junior

poesia Se Eu os Merecia
Campos em Primavera – Monet

Sobre a poesia Se Eu os Merecia!

Corria o s anos 2000, na segunda metade da década. Consequentemente eu já devia ter me mudado de Porto Alegre-RS para Balneário Camboriú-SC. Não lembro a data exata de quando escrevi a poesia Se Eu os Merecia.

Lembro porém que um trecho da música Your Song, do Elton John, foi o mote. A frase específica foi a parte da canção que diz “You see I’ve forgotten, if they’re green or they’re blue / Anyway, the thing is, what I really mean
/ Yours are the sweetest eyes I’ve ever seen
.”

Como resultado, a poesia Se Eu os Merecia, após eu ficar com a música do Elton durante algum tempo, “saiu” completa, de uma vez só.

Gosto da simplicidade da escrita, do ritmo, da paixão contida nos versos, assim como a confissão da dúvida. É uma daquelas “obras” que temos orgulho de ter escrito.

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Pitadas

Uma poesia chamada Noite Nômade – por Sal

10 jan , 2014  

Poesia Noite Nômade

Poesia Noite Nômade

Olhe aqui!
Tá tudo bem agora
Houve um assassinato lá fora
Mas isso não faz nenhum sentido!

É tanta coisa ao mesmo tempo
E tão pouco tempo pra tanta coisa
Não adianta procurar ajuda onde não há!

Olhe aqui!
Dê o fora
Quebre o telefone ou acerte o passo de vez
Estou aprisionado dentro da cidade de luz!

Há tão pouco tempo
Não! —  Não tenho nada de bom pra dizer sobre você!
Todos saíram e eu só preciso de um nome!

Vivo num mundo que não criei
Vingando as dores que não procurei
Você  me expulsou do paraíso!

Um outro agora vive meu lugar
Sei o que ele pensa e sente
Sei o que ele sonha e onde quer chegar!

Então não maltrate esse cachorro vadio
Babando raiva e espumando cio!

Este Sábado arredio
É um oferecimento da Sexta de frio

O caminho é  longo
Mas sempre conduz á noite nômade
Com o contraste de beleza e destruição

Não há  limites
Tudo se esvai!

por Ariston Sal Junior

Poesia Noite Nômade
Noite Estrelada Sobre o Ródano – Van Gogh

 

Sobre a poesia Noite Nômade

A poesia Noite Nômade foi escrita nos idos dos anos 1990. Na época eu acabara de ler On the road – Pé na Estrada, do Jack Kerouac, traduzida pelo Eduardo “Peninha” Bueno.

Minha paixão pela literatura crescia a passos largos e o livro, eleito pela crítica especializada como a obra-prima de Kerouac, um dos nomes mais importantes da geração beatnik, me agradou demais por sua prosa, seus personagens. Certamente não passaria incólume após a leitura.

Enquanto devorava livros, escrevia letras de músicas. Algumas poesias. Gosto em especial de Noite Nômade pelo ritmo, pelas imagens…

A poesia Noite Nômade, claro, não faz jus, nem mesmo menção à escrita beat, mas quando a escrevi estava, sim, imbuído com o espírito dos beatniks.

Em outras palavras, por conta dessa fase, Além da poesia Noite Nômade, outras poesias foram escritas com esse espírito. Mas, isso é assunto para outra postagem.

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