Pitadas

Bate-Papo #11 com Kátia Kohlbach (KWB-Comunicação)

12 jul , 2016  

O Bate-Papo com Sal retorna este ano, a segunda temporada, onde recebo aqui em casa um convidado bacana, com boa conversa e um assunto interessante para abordar. Neste primeiro programa de 2016 eu recebi a empresária e diretora da agência de comunicação KWB, Kátia Kohlbach. Empreendedorismo, eventos, comunicação e uma visão sobre sua empresa pontuaram a conversa. Confira o vídeo!
Kátia Kohlbach é administradora de formação, publicitária de coração, profissional de marketing de pós-graduação e sócia da agência KWB Comunicação.

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O emBluescetado Lincoln Baraccat

10 set , 2015   Gallery

O emBluescetado Lincoln Baraccat

O emBluescetado Lincoln Baraccat

Eclético, multimídia, multifacetado, fotógrafo, ilustrador, músico… descrever o artista que escreve com a luz, Lincoln Baraccat, paulista de 67 anos, não é tarefa fácil. O cara tem histórias para contar, a maioria delas ligadas à música, uma de suas grandes paixões e, infelizmente a distância não me permite gravar uma matéria em vídeo para ouvir e ver Lincoln nos contando um pouco dessas pérolas.

Amigo e padrinho do lendário guitarrista Luis Sergio Carlini, do Tutti-Frutti (banda que acompanhou Rita Lee nos anos 1970), e que lhe abriu as portas para o showbizz musical nos anos 1970, Lincoln fez história por onde passou, seja como ilustrador, fotógrafo ou músico, desfiando seus acordes na guitarra ao lado de feras do blues e rock brasileiro.

O conheci pela internet, através do Facebook, em 2012. Lincoln curtiu uma foto que postei e me chamou em uma mensagem privada para me aconselhar a sempre colocar meus créditos nas imagens que produzo (coisa que às vezes esqueço de fazer). Ele me contou que foi lesado algumas vezes por conta disso.

Mas vamos ao que interessa. Como acompanho suas incursões pela internet, sempre me chamou atenção o seu trabalho. Provavelmente você já se deparou com alguma arte do cara em revistas ou discos e nem se deu conta. Agora, com a reformulação do Pitadas do Sal, achei que era um momento bacana para conhecer um pouco mais de um cara que tem um trabalho de expressão e que merece, sim, respeito e reconhecimento dessa nova geração. Com vocês, o embluescetado Lincoln Baraccat!

Me conte um pouco mais de você. Nome completo, idade, naturalidade, formação, experiência profissional….

Me chamo Lincoln Baraccat, 67 anos, nascido em Campinas (interior de Sampa) numa época em que a cidade era conhecida como Gay City e, por esse motivo, assim que me dei por gente e comecei a falar, minha primeira frase completa foi “Vamos nos mandar daqui!”… e foi assim que ainda bebezão, vim morar em São Paulo.

Em São Paulo iniciei minha vida profissional como office-boy. Trabalhei em várias empresas por no máximo um mês em cada uma, já que sempre era dispensado por não aceitar ter que carregar pacotes enormes, em ônibus minúsculos e lotados.

Por outro lado, sempre fui estudioso e assim, me formei em três faculdades [Administração, Economia, Jornalismo], mas nunca trabalhei com nada do que aprendi nelas.

Quando você iniciou seu trabalho como fotógrafo?

No início dos anos 70 fui convidado para trabalhar como desenhista cartográfico na Revista 4 Rodas, da Editora Abril. Ali, convivendo com as feras da fotografia, comecei a me interessar pelos clicks.

Como amigo do Carlini [na época guitarrista da banda Rita Lee & Tutti Frutti] tive acesso livre aos shows e comecei a descer o dedo no botão de disparo de uma velha Nikon, capturando os músicos em ação.

Essas foram as fotos que abriram as portas para meu lado fotógrafo profissional e assim, comecei a cobrir artes & espetáculos para algumas revistas da Abril, como Veja, Pop, Carícia e Playboy.

Três fotos marcantes, analógicos do início de carreira

Como teve início o seu contato com a música?

Nessa mesma época [anos 1970], convivendo com músicos maravilhosos e depois de ver um cara chamado Alvin Lee, tocando em Woodstock, resolvi que queria tocar guitarra e comprei um violão.

Comecei a dedilhar, sem nunca – até hoje – ter tido uma aula e isso, talvez explique minha técnica totalmente autoral e insignificante.

Porém – ainda bem que sempre tem um “porém” – nem sei porque, mas muitos músicos conceituados sempre me chamam pra tocar com eles e desde sempre, como eles dizem, dividir um palco comigo é gratificante e divertido.

Além de músico e fotógrafo você é um excelente ilustrador. Quais trabalhos nessas áreas você destaca? Qual (quais) te deu mais prazer de fazer? Qual o mais difícil?

Na música, com a ajuda de monstros, leia-se Johnny Boy Chaves, Marcos Ottaviano, Franklin Paolillo, Petch Calazans, Luiz Carlini, gravei dois CD’s autorais “With a great help from my friends” e “emBluescetado”, além de ter feito alguns shows e participado de algumas gravações em discos de amigos. Isso, para um cara que não se considera “músico”, eu posso garantir que é um belo destaque, além, obviamente, de ser uma honra.

Na fotografia eu destacaria as coberturas dos grandes eventos como o Free Jazz Festival e o Nescafé & Blues Festival, onde, pela primeira vez os monstros gringos – leia-se BB King, Buddy Guy & Junior Wells, Robben Ford, entre outros, pisaram em terras brasileiras.

E na ilustração, com certeza, o destaque vai pra os anos em que trabalhei para a Revista Playboy, desenhando e interpretando no lápis, os assuntos mencionados nas matérias das sessões Música e Entretenimento, o que me permitiu receber o Prêmio Abril de Ilustração.

Quanto ao prazer e a dificuldade em fazer, com certeza, a música é a mais divertida e prazerosa e a ilustração, a mais difícil.

Quatro ilustras marcantes

Como você avalia a mudança por qual a música passou nesses últimos 15 anos? A indústria mudou muito. Isso foi bom? Ruim?

Não sou antenado nesse assunto. Meu coração é puro blues e sobre isso eu posso dizer que nos últimos 15 anos conheci muita gente sensacional, muitos artistas novos ou até velhos, mas que eu não conhecia e que, com a tal da tecnologia, vim a conhecer pelo YouTube e afins.

Sobre se a indústria ter mudado, acredito que não. Continuam se importando muito mais com dinheiro fácil do que com qualidade. Rock’nRoll, Jazz e Blues não vendem… o que vende são Sertanejo, Pagode e Funk.

Você segue em atividade ainda hoje, o que tem feito atualmente?

Continuo fazendo – quando procurado – fotos para capas de CD’s, fotos publicitárias e caricaturas, mas… tenho trabalhado cada vez menos, depois que as Casas Bahia inventaram o “compre seu celular com câmera em 24 sem juros” e assim, formado uma geração de “fotógrafos” e ainda, com a facilidade de se achar tudo “grátis” nos Googles da vida, quase ninguém aceita pagar por um serviço de foto ou ilustração… afinal, hoje, todo mundo é fotógrafo e designer.

Fez muitos amigos nessa “longa estrada da vida”?

Amizade – como eu costumo dizer – é uma estrada de mão dupla… “a sua vem de lá, a minha vai daqui e as 2 se encontram, para trocar respeito e lealdade” e assim, sim, fiz muitos amigos ao longo dessa longa estrada, mas… de tantos, hoje posso contá-los nos dedos de apenas uma das minhas mãos.

Alguma curiosidade, lembrança, que valha contar?

Sim. Em 2000 – se não me falha a memória – sofri um acidente cinematográfico e desde então, minha memória nunca mais foi a mesma, e hoje não consigo me lembrar de 90% das situações em que me meti ou fui metido.

Por isso, peço perdão pelo tom enxuto e sem tantos detalhes, dessa minha entrevista.

Algumas capas de discos

Por fim, Lincoln hoje leva sua vida de forma mais tranquila, relembrando com saudades, mas sem saudosismo, o tempo que passou. Um trabalho aqui, um convite para tocar ali, uma fuçada no Facebook acolá, o artista está feliz e prefere passar os dias, sempre que pode, curtindo seus dois filhos, Dennys, Amanda e sua neta Rafaella “todos Baraccat”, ressalta. “Sou um cara do bem, embora muita gente não acredite”, finaliza Lincoln sem deixar de escapar uma sonora gargalhada.

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E caso você tenha se interessado pelo trabalho do artista, entre em contato com ele através do e-mail lincoln@lincoln.com.br
Além das fotos, artes para capas de CDs e ilustras diversas, Lincoln também manda muito bem nas caricaturas, como essas da galeria abaixo…

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Pitadas

Bate-Papo #10 com Leandro De Farias

17 ago , 2015  

Leandro Confraria do Churrasco Pitadas do Sal

O mestre churrasqueiro, Leandro de Farias participou do bate-papo do Pitadas do Sal. Em uma conversa descontraída, Leandro falou um pouco da sua trajetória, até aportar em Jaraguá do Sul, onde abriu a Confraria do Churrasco, referência de qualidade e bom atendimento na região Norte de Santa Catarina. Além disso, o mestre dá dicas do segredo para um bom churrasco. Confira!

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Bate Papo #06 com Natália Petry

2 jul , 2015  

Natália Polaroid Pitadas do Sal

A Vereadora jaraguaense, Natália Petry falou sobre o projeto que criou em 2009, o Câmara Ponto Com Você, lançado em 2010 e que aproxima os alunos do 3º ano do ensino médio do real trabalho do legislativo municipal, da atribuição do vereador e do poder executivo, trata da discussão sobre o voto consciente e da participação política efetiva de todos eleitores.

Desde 2010 o projeto desenvolvido por Natália leva os alunos do ensino médio informações que os auxiliarão a tornarem-se cidadãos menos alienados e mais conscientes politicamente falando. Foi através do projeto de Lei 5580/2010 que a vereadora deu início as ações do “Câmara Ponto Com Você” que atua nas turmas de terceiro ano do ensino médio. Segundo ela, foi a confusão e até mesmo a falta de informação que muitos brasileiros tem sobre o papel dos políticos, que a mobilizou no sentido de criar algo que sanasse essas dúvidas.

 

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Pitadas do Sal Entrevista #02- Fernanda Takai (Pato Fu)

18 jun , 2015  

 

Fernanda Takai Pitadas do Sal

Registro da entrevista coletiva concedida na 9ª Feira do Livro de Jaraguá do Sul-SC, no dia 16/06/15.

Além de integrante do Pato Fu e ter uma carreira solo de sucesso, Fernanda Takai ataca de escritora nas “horas vagas”. Em novembro de 2007 lançou pela Panda Books seu primeiro livro, ”Nunca Subestime uma Mulherzinha”, uma coletânea das crônicas e contos que ela escreveu para alguns jornais, como o Correio Braziliense e O Estado de Minas. Os textos são tidos como confessionais e humorísticos.

Seu segundo livro foi lançado em 2011, chamado ”A Mulher Que Não Queria Acreditar”, reunindo 40 outros contos que foram originalmente publicados na coluna da escritora no Jornal Estado de Minas.

Em seu livro mais recente, A Gueixa e o Panda Vermelho, lançado em 2013, “Fernanda Takai teve a ideia de escrever essa fábula depois de visitar o zoológico de Ueno, em Tóquio, no Japão, onde todos só queriam saber do famoso panda-gigante. Nem ligavam para o raro e solitário panda-vermelho, uma “mistura de raposa, urso, gato e guaxinim”. O animal, pequeno e de cauda felpuda, chamou também a atenção da menina Yuki, personagem que bem lembra uma boneca de dobradura nas ilustrações delicadas de Thereza Rowe.

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Entrevista #01-Gregório Duvivier (coletiva de imprensa)

13 jun , 2015  

Gregório Duvivier 2-249

Em uma rápida passagem por Jaraguá do Sul, para participar da 9ª Feira do Livro, o ator, roteirista e escritor Gregório Duvivier, integrante e sócio do coletivo Porta dos Fundos, concedeu uma rápida entrevista coletiva, antes de participar de um bate-papo com a plateia no Grande Teatro da Scar. A gravação foi feita com um smartphone, enquanto eu escrevia e, por conta disso, as imagens não estão um primor, mas acredito que valeu o registro. Espero que todos curtam.

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