Pitadas

Bate-Papo #11 com Kátia Kohlbach (KWB-Comunicação)

12 jul , 2016  

O Bate-Papo com Sal retorna este ano, a segunda temporada, onde recebo aqui em casa um convidado bacana, com boa conversa e um assunto interessante para abordar. Neste primeiro programa de 2016 eu recebi a empresária e diretora da agência de comunicação KWB, Kátia Kohlbach. Empreendedorismo, eventos, comunicação e uma visão sobre sua empresa pontuaram a conversa. Confira o vídeo!
Kátia Kohlbach é administradora de formação, publicitária de coração, profissional de marketing de pós-graduação e sócia da agência KWB Comunicação.

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Discoteca Básica #3 – Chega de Saudade (João Gilberto)

11 abr , 2016  

Nesta edição do Discoteca Básica, o convidado Enéias Raasch traz um clássico divisor de águas na Música Popular Brasileira. O primeiro álbum lançado pelo cantor e compositor baiano, João Gilberto, o disco Chega de Saudades, de 1959 apresenta ao Brasil e ao mundo, pela primeira vez, a revolucionária batida da Bossa-Nova, com sua maneira peculiar de cantar. Saiba mais sobre o disco que não pode faltar na coleção dos amantes da boa música.
Enéias Raasch é um músico jaraguaense e um estudioso da MPB. Confira o papo!

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Discoteca Básica #2 – The Wall (Pink Floyd)

23 mar , 2016  

No segundo episódio do Discoteca Básica, no Pitadas do Sal, eu troquei um papo muito bacana com o empresário jaraguaense Max Pites, do Blog Por Acaso. O disco essencial que ele pinçou, dentre tantos de sua preferência para a nossa conversa, foi o clássico The Wall, da banda britânica Pink Floyd. É só dar o play no vídeo e bons sons!!!!

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Receita de Carré de Cordeiro – Pitadas na Cozinha #17

22 dez , 2015  

Edição Especial de Natal. Participação Bruna e Renê. A confraternização de fim de ano no Pitadas na Cozinha foi uma festa, literalmente, com um delicioso Carré de Cordeiro especialíssimo e supérfácil de preparar. Fica a dica para uma opção diferenciada para as festas de fim de ano!

Ingredientes para:
Farofa – 1/2 cebola picada, 150g lombo defumado, 1 xic farinha de mandioca, 1/4xic nozes picadas, 1/4 xic castanha de caju picada, sal a gosto.

Purê – 500g batata baroa cozida e amassada, 2 colheres manteiga, 50ml leite de côco, sal e pimenta.

Carré: 1,6kg de carré de cordeiro, 2 dentes de alho, 1cebola, 2 xic alho poro, 2 pimentas dedo de moça, sal, pimenta, tomilho, 8 tomates italianos e azeite de oliva.

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Receita de Pimentão Recheado – Pitadas na Cozinha #09

26 out , 2015  

Salve Pitadeiros… O Pitadas na Cozinha desta semana traz uma deliciosa receita de Pimentão Recheado. Fácil, rápido e muito saborosa, essa receita vai agradar em cheio o seu paladar.

Ingredientes: 2 pimentões (pode ser vermelho, amarelo ou verde), 200g ricota, 200g provolone ralado, manjericão, sal, pimenta e azeite.

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Especial Dia Das Crianças – Pitadas na Cozinha #08

10 out , 2015  

 

Para celebrar o Dia das Crianças, o Pitadas na Cozinha recebeu os queridos irmãos, Maria Luíza (Malú), 8 anos e Bernardo, 10 anos, para marcar a data. Nicole recebeu o auxíio luxuoso dos pequenos para ensinar a receita do divertido macarrão com salsicha e a deliciosa banana split.  Os ingredientes estão na descrição do vídeo. FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!!!

 

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Pitadas

Saiba tudo sobre a festa de Halloween – Coluna Vertebral #13

9 out , 2015  

Coluna Vertebral 13

Eis que surge o mês de outubro, são dois meses para que o ano termine. Neste mês são várias datas comemorativas. É comemorado, por exemplo, o “Dia do Médico”, “Dia Mundial do Dentista”, “Dia do Atletismo”, “Dia das Crianças”, “Dia de Nossa Senhora Aparecida”, “Dia da Abelha”, entre outras datas.

Comemoramos também o “Halloween” e o “Dia do Professor”. Mas por que celebramos essas duas datas? A segunda é muito plausível, afinal “Professor” deveria ser comemorado sempre e faz parte de toda cultura, inclusive a nossa. Mas e o “Halloween”?

Bem, comecemos pela razão da comemoração do Halloween.

Uma de muitas versões para a celebração do “Dia das Bruxas” (como também é conhecida por aqui) vem da Europa, centenas de anos antes de Cristo. Originalmente, o Halloween era um ritual de um povo que habitou a Grã-Bretanha e a França entre o ano 2000 e o ano 100 antes da era cristã, os celtas. Para eles, a noite de 31 de outubro, data da comemoração até hoje, indicava o início do Samhain, uma importante celebração que marcava três fatos: o fim da colheita, o Ano-Novo celta e também o início do inverno, “a estação da escuridão e do frio”, um período associado aos mortos. “No Halloween, segundo a mitologia desse povo, era possível entrar em contato com o mundo dos desencarnados”, diz a historiadora Clare Downham, da Escola de Estudos Celtas, na Irlanda. Como se pregava que esse contato libertava todo tipo de espírito, as pessoas acreditavam que, durante aquela noite, fantasmas, demônios e fadas ficavam à solta.

Para representar essa parte sobrenatural, os celtas se fantasiavam com peles e cabeças de animais abatidos para o inverno. A crença nos espíritos também despertou outros costumes típicos da festa, como o uso de leite e comida (hoje substituídos por doces) para acalmar os visitantes do além. Outras tradições, porém, foram deixadas de lado, como o hábito de acender fogueiras para espantar os espíritos. Bem depois, no século 9, a festa foi influenciada pela expansão do cristianismo na Grã-Bretanha. Na tentativa de acabar com os festejos pagãos, o papa Gregório III consagrou o dia 1º de novembro para a celebração de Todos os Santos. Surgiu daí a própria palavra halloween, originada de all hallows eve, que em português quer dizer “véspera do dia de Todos os Santos”. Finalmente, no século 20, o Halloween juntou ao seu caldeirão de influências a força da cultura dos filmes de terror, que hoje dão o tom da celebração tanto na Grã-Bretanha como nos Estados Unidos.

Por que uma vela dentro da abóbora?

Devido à adaptação da lenda de Jack o’lantern para o folclore norte-americano. Esse hábito vem da Irlanda e lá, acendiam velas dentro de nabos para afastar maus espíritos na festa celta de Samhain, que celebrava o fim do verão. Segundo uma das lendas do folclore desse povo, um homem chamado Jack tinha o hábito de fazer brincadeiras satânicas em cima de uma árvore. Numa dessas vezes Jack conseguiu prender o diabo dentro da árvore. Então, fez um pacto com o diabo que dizia o seguinte: “Se você me deixar em paz e nunca me incomodar, eu te solto”. O diabo aceitou a proposta, e assim estava criado o pacto entre os dois. O tempo passou e Jack morreu, mas não conseguiu entrar no paraíso. O diabo, temendo as brincadeiras de Jack no inferno, não o quis também, mas deu a ele uma vela para iluminar seus caminhos. Jack então ficou com a vela que teria que durar a eternidade e, para que ela nunca apagasse, colocou dentro de um nabo com pequenos furos. Com o tempo o nabo foi substituído pela abóbora.

Por que “travessuras ou doces”?

Acreditava-se na cultura celta que para se apaziguar espíritos malignos, era necessário deixar comida para eles. Esta prática foi transformada com o tempo e os mendigos passaram a pedir comida em troca de orações por membros mortos da família. Também neste contexto, havia na Irlanda a tradição, que um homem conduzia uma procissão para angariar oferendas de agricultores, a fim de que suas colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Uma espécie de chantagem, que daí deu origem ao “travessuras ou doces” (trick or treat).

E por que as pessoas celebram o Halloween no Brasil?

Arrisco a dizer que tudo começou com os cursos de inglês, para os quais o Halloween é uma das festas mais importantes do ano. Se o início foi isolado e discreto, o impulso final para a popularização da festa foi dado pela indústria – sempre ela – e pelos empresários – sempre eles. Na última semana de outubro muitas lojas são tomadas produtos de Halloween – a maioria deles oriundos da China ou de Taiwan, em mais um fenômeno da globalização e sinal da mudança dos tempos.

Essa onda do Dia das Bruxas, no entanto, é recente – mas nem por isso bem-vinda a todos. Não é unanimidade. Para “combater” o Dia das Bruxas, foi criado no Brasil um projeto de lei que institui o “Dia do Saci”, comemorado dia 31 de outubro, uma iniciativa amplamente apoiada por artistas, educadores, políticos e uma boa parcela da sociedade. A ideia é de se homenagear o personagem do folclore nacional mais conhecido e descrito na literatura.

O Saci, ou Saci-pererê, é uma figura bastante popular e teve sua origem entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Em algumas regiões, o Saci surge como um ser maléfico, do mal, em outras, como somente brincalhão ou gracioso.

Na Região Norte do Brasil, a mitologia africana transformou o Saci em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também, da cultura africana, o pito, uma espécie de cachimbo, da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho usado pelo lendário trasgo, ser encantado do folclore do norte de Portugal, especialmente da região de Trás-os-Montes. Rebeldes, de pequena estatura, eles usam gorros vermelhos e possuem poderes sobrenaturais que fazem travessuras, principalmente de noite, dentro das casas.

Para a maioria das crianças e adolescentes, no entanto, as discussões acerca da tradição do dia 31 de outubro não têm a mínima importância. Independentemente da origem, se há ou não polêmica, o importante é comemorar e sair da rotina escolar, que a esta altura do ano já deixou cansada a maioria dos estudantes. O Halloween já se tornou uma data esperada com expectativa e recebida com alegria na pelos estudantes e “profis” – não apenas nos cursos de idiomas, mas também nas escolas normais, onde o inglês é disciplina obrigatória. O Dia do Saci, por sua vez, é comemorado principalmente entre os mais jovens, para quem a figura do Saci exerce um papel intrigante e assustador.

Para a maioria dos jovens, como muitos dos brasileiros, o importante é comemorar. Quanto mais motivos se tiver para a festa, melhor. Bom ou ruim, assim é a tradição.

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Dia do Professor 

No dia 15 de outubro é comemorado o Dia do Professor. Como todos sabemos, trata-se de uma das mais importantes profissões praticadas no mundo, afinal, sem ela, a transmissão de conhecimentos e a correta apreensão destes pelas pessoas seriam praticamente impossíveis.

A origem do dia do professor se deve ao fato de, em uma data de 15 de outubro, o Imperador D. Pedro I ter instituído um decreto que criou o Ensino Elementar no Brasil, em 1827, com a criação das escolas de primeiras letras em todos os vilarejos e cidades do país. Além disso, o decreto estabeleceu a regulamentação dos conteúdos a serem ministrados e as condições trabalhistas dos professores.

Tempos depois, mais precisamente no ano de 1947, o professor paulista Salomão Becker, em conjunto com três outros profissionais da área, teve a ideia de criar nessa data um dia de confraternização em homenagem aos professores e também em razão da necessidade de uma pausa no segundo semestre, até então muito sobrecarregado de aulas. Mais tarde, em 1963, a data foi oficializada pela lei Decreto Federal 52.682, que, em seu Art. 3º, diz que “para comemorar condignamente o dia do professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo delas participar os alunos e as famílias”.

 

Fontes de consulta: Brasil Escola, Wikipedia, Canal Futura, TV Escola

 

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Pitadas

Imposto Vira Cultura é realidade e vale para todo Brasil

8 jul , 2015  

Imposto Vira Cultura Pitadas do Sal

 

Se você declara imposto de renda e sempre fica incomodado por não saber para onde vai o valor pago todos os anos, saiba que agora você pode dar um destino limpo e certeiro, apostando em um projeto cultural que melhor lhe apraz. Ah, O incentivo pode ser feito durante todo o ano. Converta seu I.R em cultura!

Idealizado pela produtora cultural, Lidiane Lemes, a plataforma de financiamento coletivo Imposto Vira Cultura serve para que pessoas físicas ou jurídicas possam reverter parte do imposto de renda declarado todos os anos em projetos culturais, já previamente aprovados na Lei Rouanet.

Um pouco desiludida com a dificuldade de produzir cultura em Florianópolis, cidade em que vive, a gaúcha Lidi (como é mais conhecida pelos amigos) teve a ideia em 2011 de tentar algo a mais em prol da cultura. “Eu me sentia um pouco frustrada com as dificuldades. Eu via um mercado muito pujante aqui em Floripa, apesar da sensação que muitas pessoas têm de que não há cultura aqui. Mas isso é uma falácia, pois aqui tem uma cultura muito rica”, afirma. Porém, Lidi diz que as pessoas não valorizam essa arte, no sentido de pertencimento. “Muitas pessoas não entendem que isso é importante, faz parte do desenvolvimento humano e da construção subjetiva da cidade.

Lidiane Lemes Perfil Pitadas do SalA produtora cultural Lidiane Lemes é a idealizadora da plataforma Imposto Vira Cultura

Para alavancar a arte e a cultura bacana que é produzida nos quatro cantos do Brasil, Lidi conseguiu tirar o projeto do papel em 2014, durante o Social Good Brasil. O Imposto Vira Cultura quer então servir de conexão entre quem produz com aquele que pode (e deve) incentivar a cultura no país. Lidi explica que para isso acontecer, parte do Imposto de Renda (Físicas até 6% e Jurídicas até 4%) pode ser revertida para incentivar os projetos culturais que, embora aprovados, não recebem recursos.

O interessado em fazer essa boa ação em benefício da cultura precisa apenas entrar na plataforma, escolher o projeto que deseja apoiar e depositar o valor proporcional ao imposto de renda que declara. “Pela plataforma ainda dá para acompanhar o desenvolvimento do projeto cultural”, lembra Lidi.

O bacana, além do fato em si, é que ao invés desse valor ir para o governo, você destina para um projeto bacana de cultura e posteriormente pode ser restituído ou deduzido do seu Imposto de Renda, o valor destinado à plataforma.

Lidiane Lemes 02 - foto de (J Neto)"Acesso à cultura é um direito humano", Lidia Lemes no Ted x Floripa, realizado mês passado (foto por J. Neto)

 

Viabilizados

Até o momento Lidi diz que há seis projetos viabilizados pelo Imposto Vira Cultura. “Estão em fase de captação de recursos. São projetos de música, teatro, audiovisual e literatura. Todos catarinenses e que aguardam incentivo de pessoas ou empresas”, explica.

A produtora acredita que as Pessoas Físicas devem apostar mais na plataforma.” Eu espero que as pessoas vejam que precisam consumir mais cultura. Nós todos somos feitos de cultura. Queremos que as pessoas se sintam empoderadas e tenham autonomia para escolher uma iniciativa, acompanhá-la e usufruí-la. Mas também queremos despertar o interesse das empresas para que elas vejam o financiamento não somente como interesse de marketing, mas principalmente como valor de difusão cultural. Hoje nossa base é a Lei Rouanet, mas pensamos em, no futuro, usar a legislação e impostos municipal e estadual para incentivar ainda mais projetos”.

IVC

Em Resumo

Em linhas gerais, nas palavras da própria criadora da plataforma, o Imposto Vira Cultura é um “crowdfunding” de projetos culturais aprovados pela Lei Rouanet, que você pode incentivar com o Imposto de Renda, quando feitos no modelo completo. Não vale o simplificado. “Só que ao invés de você destinar dinheiro, como em um crowdfunding tradicional, você calcula seu imposto de renda e destina de 4% (Pessoa Jurídica) e 6% (Pessoa Física) desse total, que poderá ser deduzido ou restituído posteriormente”, explica Lidi.

A produtora destaca ainda que 10 milhões de Pessoas Físicas podem fazer esse incentivo, mas apenas, de acordo com recente relatório do Ministério da Cultura, cerca de 9 mil pessoas fazem com que parte do seu imposto de renda seja destinado à cultura. “As pessoas desconhecem a possibilidade do incentivo. Por isso essa plataforma foi criada para tentar angariar um número maior de incentivadores à cultura”, finaliza.

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