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Moska comemora 25 anos de carreira com álbum de inéditas

29 jun , 2018   Video

Moska comemora 25 anos de carreira com álbum de inéditas

Paulinho Moska, ou simplesmente Moska, iniciou carreira musical ainda na década de 1980, quando participou dos grupos Garganta Profunda e Inimigos do Rei (aquele da anã paraguaia, para quem não lembra), mas foi em 1993 que o músico carioca lançou sua carreira solo, com o álbum Vontade.

Nesses 25 anos de estrada solo Moska já participou de vários projetos, com incontáveis parcerias musicais. Talvez por isso fugiu do clichê de lançar algo retroativo de sua carreira para celebrar a data e nos apresenta um álbum de inéditas. Uma mostra do que chega por aí é a belíssima Minha lágrima salta, single produzido por Liminha e disponível nas plataformas digitais (ouça no fim do post).

A canção também faz parte da novela global Malhação, em que o filho de Moska, Tom Karabachian, participa do elenco.  O clipe foi gravado em Montevidéu, no Uruguai, com direção do próprio Moska em parceria com Pablo Casacuberta, parceiro do cantor há 12 anos no programa Zoombido, do Canal Brasil.

No clipe, o tema abordado na canção é tratado de forma poética: “Ao longo da música, ele vai multiplicando esses ‘eus’ perdidos até não conseguir se conter. Ninguém chora porque quer, então a lágrima salta mesmo, seja de tristeza, de emoção, de medo, de amor, de saudade, de solidão, de libertação… de tudo”, define Moska.

 

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Escritor Daniel Behnke lança livro Realidades Distorcidas

27 nov , 2015  

Pitadas

Neste sábado, 28 de novembro, a partir das 10h, na livraria e papelaria Grafipel, o membro da Academia de Letras do Brasil-SC –Seccional de Jaraguá do Sul, Daniel Behnke, 29, lança seu novo livro, Realidades Distorcidas.

Lançado pela editora Camus, da também escritora Elyandria Silva, Realidades Distorcidas possui 100 páginas e já está disponível para venda. Este é o terceiro livro do escritor e o primeiro de contos. “Admiro a forma como Daniel escreve contos, pela objetividade certeira, pela capacidade de montar, com as palavras, uma sequência de cenas rápidas, bem construídas, com final surpreendente”, declara a editora.

As narrativas de Realidades Distorcidas conseguem atravessar, como bem define o texto de apresentação do livro, as ilusões de ótica da ficção. “Um jogo de espelhos, reflexos sutis, por vezes embaçados, nos conduzindo a uma tensão incômoda, não presumida, ao longo de uma sequência de páginas densas”, revela a sinopse.

Com dois livros anteriores na bagagem, Após Dois Mundos & Outras Crônicas (2012) e Avião de Papel (2013), Behnke nos apresenta agora uma coletânea de textos únicos, singulares na qualidade e escrita. “Comecei a escrever crônicas para um jornal, mas simplesmente de um dia para o outro quando eu sentava para escrever as crônicas, saíam contos em vez de crônicas. Achei estranho pois nunca havia escrito contos. Deixei rolar e peguei gosto”, revela o autor.

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Ao tentar traçar um panorama do mercado literário brasileiro, Behnke avalia como ruim “pelo simples motivo de que brasileiro não lê muito e, para piorar, o pouco que lemos geralmente são best sellers mundiais, deixando pouco espaço para os escritores locais”. Porém, acredita que a cena de Jaraguá do Sul seja distinta por ter um número de escritores considerável. “Isso ajuda, pois as pessoas geralmente conhecem um ou dois escritores e a mídia também tem ajudado bastante”.

O escritor revela ainda não ter nenhum escritor favorito e que isso é uma opção consciente. “Não costumo ler muito dos estilos que escrevo justamente para não sofrer influência demais. Temo que eu comece a copiar e perca meu próprio estilo. Uns consideram isso um erro, eu considero estratégia. Até que eu mude de ideia e também passe a considerar um erro”, declara sorrindo.

Sobre o fato de ser um “imortal”, tão jovem, o escritor revela que a “imortalidade” é acima de tudo uma responsabilidade. “A condição de imortal é dada para que se faça uso para o bem, para a comunidade, para as pessoas. Se eu nada fizer e usar isso para minha autopromoção, serei um fracasso para mim mesmo e pra toda a comunidade. Espero que as pessoas nos cobrem essa responsabilidade para que nunca esqueçamos o motivo de sermos imortais”, finaliza.

Fotos Divulgação

Matéria originalmente publicada no Jornal do Vale

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João Chiodini lança Os Abraços Perdidos neste Sábado

9 jul , 2015  

João Chiodini Pitadas do Sal Abraços Perdidos

O editor e escritor jaraguaense João Chiodini acaba de tirar do forno seu mais recente livro “Os Abraços Perdidos”, primeiro romance editado da carreira, “mas não o primeiro escrito”, como gosta de lembrar. Já em 2006, um ano após lançar o primeiro livro de poesias, Chiodini concluiu o primeiro romance, mas não achou forte o suficiente para publicá-lo.

Porém, foi com a primeira experiência no estilo que o escritor lapidou e pavimentou o caminho para, enfim, chegar até “Os Abraços Perdidos”, que tem lançamento neste sábado, dia 11 de julho, a partir das 10h, na Grafipel, em Jaraguá do Sul.

Mesmo com uma gestação longa – o livro começou a ser escrito em 2011 – Chiodini acredita que o tempo foi necessário para a maturação do texto, às revisões de praxe e às mudanças praticadas. Foram eliminadas 140 páginas da primeira versão. “As partes que cortei tinham uma carga muito emotiva, carregadas. O texto agora flui melhor”, justifica.

“Os Abraços Perdidos” conta uma relação entre pai e filho e, embora tenha alguma referência autobiográfica, as pessoas não percebem o que é fato e o que é ficção, garante o autor. A dualidade permeia as páginas e as relações do protagonista. Uma tomada de decisão se faz necessária na vida de Pedro, o filho, o que o faz revisitar o passado e a delicada relação com o pai. O livro possui fácil identificação com o leitor, ou pela semelhança ou pela diferença com a história contada.
Para saber mais do autor, acesse sua página no Facebook.

 

O que: lançamento do livro “Os Abraços Perdidos”, de João Chiodini
Quando: Dia 11 de julho, das 9h às 17h
Onde: Grafipel (Jaraguá do Sul)

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