Pitadas

Desafio: Você não leu mais que seis desses 100 livros

3 abr , 2018  

Desafio: Você não leu mais que seis desses 100 livros

Desafio: Você não leu mais que seis desses 100 livros

A pesquisa em si não foi realizada pela rede britânica BBC, mas sim baseada no resultado de uma matéria feita pelo veículo em 2003, onde foram listados os 100 melhores romances de todos os tempos. Claro que a Internet não iria deixar por menos e lançou o desafio. “Ninguém leu mais que seis desses 100 livros listados”. Desafio: Você não leu mais que seis desses 100 livros

Títulos como “Orgulho e Preconceito” (1813), de Jane Austen; “O Sol é Para Todos” (1960), de Harper Lee, “Hamlet” (1609), de William Shakespeare; e até a Bíblia Sagrada são citados nos 100 mais. Para os brasileiros não ficarem de fora, a revista Bula lançou o desafio em português mantendo as mesmas obras da lista original e o Pitadas do Sal reproduz abaixo.

Então, confira a lista e diz aí nos comentários se vc rompeu a barreira e leu mais do que os seis livros… Quais os que você mais gostou?

BBC Desafio: Você não leu mais que seis desses 100 livros

1 — Orgulho e Preconceito (1813), Jane Austen

2 — O Senhor dos Anéis (1954), J. R. R. Tolkien

3 — Jane Eyre (1847), Charlotte Brontë

4 — Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), J. K. Rowling

5 — O Sol é Para Todos (1960), Harper Lee

6 — Bíblia Sagrada

7 — O Morro dos Ventos Uivantes (1847), Emily Brontë

8 — 1984 (1949), George Orwell

9 — Kit Fronteiras do Universo, Philip Pullman (1995-2000)

10 — Grandes Esperanças (1861), Charles Dickens

11 — Mulherzinhas (1869), Louisa May Alcott

12 — Tess dos D’Urbervilles (1892), Thomas Hardy

13 — Ardil-22 (1961), Joseph Heller

14 — A Peste (1947), Albert Camus

15 — Rebecca: a Mulher Inesquecível (1938), Daphne du Maurier

16 — O Hobbit (1937), J. R. R. Tolkien

17 — O Canto do Pássaro (1993), Sebastian Faulks

18 — O Apanhador no Campo de Centeio (1951), J. D. Salinger

19 — A Mulher do Viajante no Tempo (2003), Audrey Niffenegger

20 — Middlemarch: Um Estudo da Vida na Província (1871), George Eliot

21 — E o Vento Levou (1936), Margaret Mitchell

22 — O Grande Gatsby (1925), F. Scott Fitzgerald

23 — A Casa Soturna (1853), Charles Dickens

24 — Guerra e Paz (1867), Lev Tolstói

25 — O Guia do Mochileiro das Galáxias (1979), Douglas Adams

26 — Reviver o Passado em Brideshead (1945), Evelyn Waugh

27 — Crime e Castigo (1866), Fiódor Dostoiévski

28 — As Vinhas da Ira (1939), John Steinbeck

29 — Alice no País das Maravilhas (1865), Lewis Carroll

30 — O Vento nos Salgueiros (1908), Kenneth Grahame

31 — Anna Kariênina (1877), Lev Tolstói

32 — David Copperfield (1850), Charles Dickens

33 — Nada de Novo no Front (1929), Erich Maria Remarque

34 — Emma (1815), Jane Austen

35 — Persuasão (1817), Jane Austen

36 — O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (1950), C. S Lewis

37 — O Caçador de Pipas (2003), Khaled Hosseini

38 — O Bandolim de Corelli (1994), Louis de Bernières

39 — Memórias de uma Gueixa (1997), Arthur Golden

40 — Ursinho Pooh (1921), Alan Alexander Milne

41 — A Revolução dos Bichos (1945), George Orwell

42 — O Código Da Vinci (2006), Dan Brown

43 — Cem Anos de Solidão (1967), Gabriel García Márquez

44 — Folhas de Relva (1855), Walt Whitman

45 — A Mulher de Branco (1860), Wilkie Collins

46 — Anne de Green Gables (1908), Lucy Maud Montgomery

47 — Longe Deste Insensato Mundo (1874), Thomas Hardy

48 — O Conto da Aia (1985), Margaret Atwood

49 — O Senhor das Moscas (1954), William Golding

50 — Reparação (2001), Ian McEwan

51 — A Vida de Pi (2001), Yann Martel

52 — Duna (1965), Frank Herbert

53 — Fazenda Maldita (1932), Stella Gibbons

54 — Razão e Sensibilidade (1811), Jane Austen

55 — Um Rapaz Adequado (1993), Vikram Seth

56 — A Sombra do Vento (2001), Carlos Ruiz Zafón

57 — Um Conto de Duas Cidades (1859), Charles Dickens

58 — Admirável Mundo Novo (1932), Aldous Huxley

59 — O Estranho Caso do Cachorro Morto (2003), Mark Haddon

60 — O Amor nos Tempos do Cólera (1985), Gabriel García Márquez

61 — Ratos e Homens (1937), John Steinbeck

62 — Lolita (1955), Vladimir Nabokov

63 — A História Secreta (1992), Donna Tartt

64 — Rumo ao Farol (1927) Virginia Woolf

65 — O Conde de Monte Cristo (1845), Alexandre Dumas

66 — On the Road (1957), Jack Kerouac

67 — Judas, O Obscuro (1895), Thomas Hardy

68 — O Diário de Bridget Jones (1996), Helen Fielding

69 — Os Filhos da Meia-Noite (1981), Salman Rushdie

70 — Moby Dick (1851), Herman Melville

71 — Oliver Twist (1838), Charles Dickens

72 — Drácula (1897), Bram Stoker

73 — O Jardim Secreto (1911), Frances Hodgson Burnett

74 — Crónicas de Uma Pequena Ilha (1995), Bill Bryson

75 — Ulisses (1922), James Joyce

76 — A Redoma de Vidro (1963), Sylvia Plath

77 — Pergunte ao Pó (1939), John Fante

78 — Germinal (1885), Émile Zola

79 — A Feira das Vaidades (1847), William Makepeace Thackeray

80 — Possessão (1992), Antonia Susan Byatt

81 — Um Conto de Natal (1843), Charles Dickens

82 — Atlas das Nuvens (2004), David Mitchell

83 — A Cor Púrpura (1982), Alice Walker

84 — Os Vestígios do Dia (1989), Kazuo Ishiguro

85 — Madame Bovary (1856), Gustave Flaubert

86 — Memórias de Adriano (1951), Marguerite Yourcenar

87 — A Teia de Charlotte (1952), Elwyn Brooks White

88 — As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu (2003), Mitch Albom

89 — As Aventuras de Sherlock Holmes (1892), Arthur Conan Doyle

90 — A Casa da Árvore Oca (1939-1951), Enid Blyton

91 — Coração das Trevas (1899) Joseph Conrad

92 — O Pequeno Príncipe (1943), Antoine de Saint-Exupéry

93 — Fábrica de Vespas (1984), Iain M. Banks

94 — Em Busca de Watership Down (1972), Richard Adams

95 — Uma Confraria de Tolos (1980), John Kennedy Toole

96 — A Náusea (1938), Jean-Paul Sartre

97 — Os Três Mosqueteiros (1844), Alexandre Dumas

98 — Hamlet (1609), William Shakespeare

99 — A Fantástica Fábrica de Chocolate (1964), Roald Dahl

100 — Os Miseráveis (1962), Victor Hugo

 

, , , , ,

Sem categoria

Escritor Daniel Behnke lança livro Realidades Distorcidas

27 nov , 2015  

Pitadas

Neste sábado, 28 de novembro, a partir das 10h, na livraria e papelaria Grafipel, o membro da Academia de Letras do Brasil-SC –Seccional de Jaraguá do Sul, Daniel Behnke, 29, lança seu novo livro, Realidades Distorcidas.

Lançado pela editora Camus, da também escritora Elyandria Silva, Realidades Distorcidas possui 100 páginas e já está disponível para venda. Este é o terceiro livro do escritor e o primeiro de contos. “Admiro a forma como Daniel escreve contos, pela objetividade certeira, pela capacidade de montar, com as palavras, uma sequência de cenas rápidas, bem construídas, com final surpreendente”, declara a editora.

As narrativas de Realidades Distorcidas conseguem atravessar, como bem define o texto de apresentação do livro, as ilusões de ótica da ficção. “Um jogo de espelhos, reflexos sutis, por vezes embaçados, nos conduzindo a uma tensão incômoda, não presumida, ao longo de uma sequência de páginas densas”, revela a sinopse.

Com dois livros anteriores na bagagem, Após Dois Mundos & Outras Crônicas (2012) e Avião de Papel (2013), Behnke nos apresenta agora uma coletânea de textos únicos, singulares na qualidade e escrita. “Comecei a escrever crônicas para um jornal, mas simplesmente de um dia para o outro quando eu sentava para escrever as crônicas, saíam contos em vez de crônicas. Achei estranho pois nunca havia escrito contos. Deixei rolar e peguei gosto”, revela o autor.

12248435_1026183417444428_1876242616_o (1)

Ao tentar traçar um panorama do mercado literário brasileiro, Behnke avalia como ruim “pelo simples motivo de que brasileiro não lê muito e, para piorar, o pouco que lemos geralmente são best sellers mundiais, deixando pouco espaço para os escritores locais”. Porém, acredita que a cena de Jaraguá do Sul seja distinta por ter um número de escritores considerável. “Isso ajuda, pois as pessoas geralmente conhecem um ou dois escritores e a mídia também tem ajudado bastante”.

O escritor revela ainda não ter nenhum escritor favorito e que isso é uma opção consciente. “Não costumo ler muito dos estilos que escrevo justamente para não sofrer influência demais. Temo que eu comece a copiar e perca meu próprio estilo. Uns consideram isso um erro, eu considero estratégia. Até que eu mude de ideia e também passe a considerar um erro”, declara sorrindo.

Sobre o fato de ser um “imortal”, tão jovem, o escritor revela que a “imortalidade” é acima de tudo uma responsabilidade. “A condição de imortal é dada para que se faça uso para o bem, para a comunidade, para as pessoas. Se eu nada fizer e usar isso para minha autopromoção, serei um fracasso para mim mesmo e pra toda a comunidade. Espero que as pessoas nos cobrem essa responsabilidade para que nunca esqueçamos o motivo de sermos imortais”, finaliza.

Fotos Divulgação

Matéria originalmente publicada no Jornal do Vale

, , , ,