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Zé Ramalho apresenta releitura de seu primeiro álbum solo

16 jul , 2018  

Zé Ramalho apresenta releitura de seu primeiro álbum solo

Eu já havia antecipado a parada aqui no Pitadas em maio. Agora é pra valer. Na próxima sexta-feira, dia 20 de julho, chega ao mercado fonográfico Avôhai 40 anos – Remake pop rock. Um “remake” do primeiro álbum solo do paraibando Zé Ramalho, lançado originalmente em 1978 e batizado apenas com o seu nome.

Ramalho é diretor artístico do projeto editado em uma parceria da editora Avôhai e o selo Discobertas, onde novos artistas da cena independente brasileira do pop rock recriam as nove múzicas compostas por Ramalho. O único nome conhecido no elenco de artistas que fazem as releituras é o de Robertinho do Recife, que apresenta a sua versão de Bicho de 7 cabeças (Zé Ramalho, Geraldo Azevedo e Renato Rocha).

Apesar de Avôhai 40 anos – Remake pop rock apresentar 12 faixas, ao invés das 9 originais do disco de 1978, deve-se ao fato de que três composições – A dança das borboletas (Zé Ramalho e Alceu Valença), A noite preta (Zé Ramalho, Lula Cortes e Alceu Valença) e Voa voa (Zé Ramalho) – figuram no disco em duas gravações, cada uma, feitas por artistas distintos.

As faixas são produzidas por Marcelo Fróes, mentor e proprietário da Discobertas. E como destaque vale lembrar que o primeiro solo de Zé Ramalho é o disco que trazia para o público cançoes, hoje clássicas, como Avôhai, Chão de Giz e Vila do Sossego.

Zé Ramalho apresenta releitura de seu primeiro álbum solo

Segue a lista das canções e os respectivos artistas que as interpretam:

1. Avôhai (Zé Ramalho) – Eminência Parda

2. Vila do sossego (Zé Ramalho) – Paul Rock

3. Chão de giz (Zé Ramalho) – Via Rock

4. A noite preta (Zé Ramalho, Lula Cortes e Alceu Valença) – João Ramalho (versão 1)

5. A dança das borboletas (Zé Ramalho e Alceu Valença) – Sent U Feeling (versão 1)

6. Bicho de 7 cabeças (Zé Ramalho, Geraldo Azevedo e Renato Rocha) – Robertinho de Recife

7. Adeus segunda-feira cinzenta (Zé Ramalho e Geraldo Azevedo) – Prima Facie

8. Meninas de Albarã (Zé Ramalho) – Mazzeron

9. Voa voa (Zé Ramalho) – Linda (versão 1)

Faixas-bônus:

10. A noite preta (Zé Ramalho, Lula Cortes e Alceu Valença) – OgroJazzBend (versão 2)

11. A dança das borboletas (Zé Ramalho e Alceu Valença) – Novanguarda (versão 2)

12. Voa voa (Zé Ramalho) – Luiz Lopez (versão 2)

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Netflix terá série sobre Anitta

13 jul , 2018  

Netflix terá série sobre AnittaA carioca Anitta está em tão boa fase em sua carreira que, além de ter bombada na edição do Rock in Rio em Portugal, e ser a única artista já confirmada para o Rock in Rio do ano que vem, a Netflix divulgou essa semana que uma série documental, batizada Vai Anitta, estrelada pela funkeira, chega ao serviço de streaming em breve.

Aos 25 anos Anitta é sucesso, goste você ou não. Por isso, câmeras irão acompanhá-la no dia a dia para captar cenas íntimas, viagens, tomadas de decisões e momentos de lazer, como o passeio com os cachorros mostrado no trailer de divulgação.

A própria Anitta, em um vídeo divulgado na conta do Twitter da Netflix, brinca: “Gente, sabe aquela expressãozinha que a gente usa: ‘minha vida tá tão louca que daria uma série’?”.

E para quem duvidava da cantora, Anitta tá bombando no exterior e é recorrente as diversas parcerias, participações em programas de TV e premiações na gringa. O singleDowntown” foi o primeiro de um artista brasileiro a ser listado no Top 20 do Spotify, enquanto “Vai Malandra” quebrou todos os recordes nacionais do streaming e foi a primeira música brasileira no Top 25 Mais Tocadas no Mundo da plataforma.

Vai Anitta é a terceira investida da Netflix em conteúdo original sobre música, que utiliza o estilo documental. Em 2017 foi lançado o filme documentário Gaga: Five Foot Two, onde Lady Gaga era acompanhada no processo de lançamento do disco Joanne. No começo deste ano, o serviço de streaming apresentou a série Rapure, sobre o hip-hop nos Estados Unidos e no mundo.

Vai Anitta ainda não tem número de episódios certo ou data de estreia, mas sai esse ano.

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Filme documenta trajetória e importância da Blitz

10 jul , 2018   Video

Filme documenta trajetória e importância da Blitz

A banda carioca Blitz, na estrada por 36 anos ganha um documentário produzido em parceria com o Canal Curta! e a Viralata ProduçõesBlitz – O filme tem estreia prevista para novembro e conta a história da banda desde os primórdios, quando tomou de assalto o Brasil no marcante verão de 1982 até os dias de hoje.

A direção e o roteiro do longa ficaram a cargo de Paulo Fontenelle e conta com depoimentos de integrantes da Blitz da antiga e nova formação, como Evandro Mesquita (mentor da banda desde o início), Antônio Pedro (baixista da formação clássica) e Fernanda Abreu (uma das duas vocalistas também da formação clássica, ao lado de Márcia Bulcão). O filme alterna entrevistas inéditas com imagens raras de arquivo e, paralelamente à trajetória da Blitz, monta painel da cena de pop rock do Brasil.

Filme documenta trajetória e importância da Blitz

Espero um puta filme e um documento importante da virada dos anos 1980 na cultura contemporânea brasileira! (Evandro Mesquita)

Espero que não seja um oba oba e que contem as coisas boas e ruins que aconteceram. (Antônio Pedro)

O fato é que a relevância e o pioneirismo da Blitz, muitas vezes subestimada, ficarão, finalmente, registrado para a posteridade. A Blitz foi responsável por abrir as portas do mercado fonográfico para o pop rock nacional, que nos brindou com a magnífica cena dos anos 1980 com Titãs, Barão, Legião e tantos outros…

A ansiedade já bateu para assistir ao filme/documentário. Que chegue logo novembro.

Abaixo o especial Discoteca Básica sobre o primeiro álbum da Blitz, lançado em 1982

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Álbum ao vivo do Skank tem capa inspirada no circo

6 jul , 2018  

Capa de álbum ao vivo do Skank tem inspiração no circo

Álbum ao vivo do Skank tem capa inspirada no circo

Álbum ao vivo do Skank tem capa inspirada no circo – Achei a capa do novo álbum do Skank muito bonita! A arte remete aos antigos pôsteres de circo. Talvez o fato de ter sido gravado no Circo Voador, no Rio de Janeiro, possa ter tido alguma influência. O show realizado em 25 de novembro do ano passado, batizado Os Três Primeiros, foi o registro escolhido pela banda mineira para este lançamento.

O novo álbum chega ao mercado fonográfico neste segundo semestre de 2018 e apresenta a formação cl[assica do Skank, com Samuel Rosa (voz e guitarra), Haroldo Ferretti (bateria), Henrique Portugal (teclados) e Lelo Zaneti (baixo) tocando músicas dos álbuns Skank (1992 / 1993), Calango (1994) e O samba poconé (1996) – os três primeiros da discografia do grupo.

Álbum ao vivo do Skank tem capa inspirada no circo

A ilustração, belíssima na minha opinião, foi realizada pelo artista plástico Emerson Camaleão, responsável por capas de revistas como MAD e Mundo estranho. Já o projeto gráfico ficou a cargo de Marcus Barão. A imagem é original e  afirma o bom gosto e preocupação do Skank com a apresentação de belas capas para os discos da banda. Imagina essa belezura em LP?

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Pitty anuncia nova turnê

5 jul , 2018   Video

Notícia boa para os fãs de Pitty! A cantora e compositora volta aos palcos para uma nova turnê após dois anos se dedicando a outros projetos. Para o espetáculo vindouro, Pitty promete um amálgama da musicalidade presente em suas obras iniciais com a estética de suas novas composições.

“Quero uma outra perspectiva para essa tour, quero descobrir algo diferente, fundindo o que é simples e básico na sonoridade, na música e na estética visual, chegando em algo novo que converse mais com o meu momento atual. Um conceito de simplicidade baseado na experiência com a música. Diferente da minha última turnê, que foi mais tecnológica, quero experimentar uma coisa mais humana, mais próxima do público, e quem sabe, com uma surpresa mais intimista no show”, afirmou Pitty, que incluiu no show a música Na pele, lançada em 2017 em gravação com Elza Soares.

Pitty anuncia nova turnê

A artista plástica Eva Uviedo é a responsável pelos desenhos exclusivos que comporão o cenário da nova tour, que deve acontecer simultaneamente ao lançamento das músicas do novo álbum, quinto da carreira, previsto para esse ano. Pitty decidiu inverter a ordem, convencional, da indústria da música pop, lança os álbuns primeiro para depois sair em turnê. A cantora e compositora decidiu apresentar músicas inéditas ao longo dos shows, que inicia neste mês de julho.

Pitty anuncia nova turnê

 

Veja as datas confirmadas

28/07 – Festival Sesc de Inverno – Petrópolis – RJ
11/08 – Festival Planeta Rock – São José do Rio Preto – SP
17/08 – Palácio Sunset – São José dos Campos – SP
18/08 – Festival Rock Arena – Cuiabá – MT
24/08 – Concha Acústica – Salvador – BA
25/08 – Festival de Inverno – Vitória da Conquista – BA
30/08 – Bar Opinião – Porto Alegre – RS
21/09 – Audio – São Paulo – SP
29/09 – Shopping Riomar Fortaleza – Fortaleza – CE
12/10 – M.A.D.A – Natal – RN
10/11 – Teatro Positivo – Curitiba – PR
24/11 – AFPSBC – São Bernardo – SP
01/12 – Fábrica Festival – Sorocaba – SP

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Moska comemora 25 anos de carreira com álbum de inéditas

29 jun , 2018   Video

Moska comemora 25 anos de carreira com álbum de inéditas

Paulinho Moska, ou simplesmente Moska, iniciou carreira musical ainda na década de 1980, quando participou dos grupos Garganta Profunda e Inimigos do Rei (aquele da anã paraguaia, para quem não lembra), mas foi em 1993 que o músico carioca lançou sua carreira solo, com o álbum Vontade.

Nesses 25 anos de estrada solo Moska já participou de vários projetos, com incontáveis parcerias musicais. Talvez por isso fugiu do clichê de lançar algo retroativo de sua carreira para celebrar a data e nos apresenta um álbum de inéditas. Uma mostra do que chega por aí é a belíssima Minha lágrima salta, single produzido por Liminha e disponível nas plataformas digitais (ouça no fim do post).

A canção também faz parte da novela global Malhação, em que o filho de Moska, Tom Karabachian, participa do elenco.  O clipe foi gravado em Montevidéu, no Uruguai, com direção do próprio Moska em parceria com Pablo Casacuberta, parceiro do cantor há 12 anos no programa Zoombido, do Canal Brasil.

No clipe, o tema abordado na canção é tratado de forma poética: “Ao longo da música, ele vai multiplicando esses ‘eus’ perdidos até não conseguir se conter. Ninguém chora porque quer, então a lágrima salta mesmo, seja de tristeza, de emoção, de medo, de amor, de saudade, de solidão, de libertação… de tudo”, define Moska.

 

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Álbum clássico do Sepultura é relançado com 28 faixas bônus

27 jun , 2018  

Álbum clássico do Sepultura é relançado com 28 faixas bônus

Álbum clássico do Sepultura é reeditado com 28 faixas bônus

Arise, quarto álbum de estúdio dos mineiros trash metal do Sepultura ganha luxuosa edição de relançamento em CD e LP duplo. A edição remasterizada traz o repertório original do álbum e mais 28 faixas-bônus.

O clássico álbum foi editado originalmente em 1991, com a formação clássica do Sepultura, através da gravadora Roadrunner Records. Arise apresentava toda a influência latina, característica que Iggor Cavalera aperfeiçoaria nos discos posteriores da banda.

As faixas-bônus apresentam remixes de faixas como Dead embryonic cells (Max Cavalera, 1991) e Desperate cry (Andreas Kisser, 1991), a abordagem (feita em estúdio) de Orgasmatrom (Würzel, Phil Campbell, Pete Gill e Lemmy Kilmister, 1986) – cover da música que batizou álbum lançado há então cinco anos pela banda Motörhead – e takes embrionários de temas como Murder (Max Cavalera, 1991), captados em 1989 em sessão de estúdio que reuniu os músicos da banda para compor.

O disco 2 da edição em CD duplo da Arise – Expanded edition reúne 18 faixas-bônus, apresentando registros ao vivo de músicas do álbum, gravados em 1991 em show feito pelo grupo em Barcelona (Espanha), além de versões cruas das composições que formariam o repertório de Arise, quetambém está disponível nas plataformas digitais, a Expanded edition de Arise adiciona dez faixas-bônus no disco 1 ao repertório original desse álbum formatado pelos próprios músicos do Sepultura ao lado do produtor Scott Burns.

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Arraial animado por Fagner e Alceu Valença

20 jun , 2018  

Arraial animado por Fagner e Alceu Valença

A gravadora Biscoito Fino acaba de lançar o álbum São João Nordestino, em CD e nas plataformas digitais. Parte da renda obtida com a venda do disco será encaminhada para a creche Nossa Senhora da Boa Viagem, situada na comunidade de Entra Apulso, no Recife (PE).

O projeto foi lançado originalmente no ano passado, de forma independente e alcance regional. São João Nordestino apresenta 20 gravações inéditas de clássicos juninos e do forró, compostos por músicos nordestinos. O cantor e compositor cearense Raimundo Fagner dá voz a canção São João do Carneirinho, baião composto pelo rei Gonzagão em parceria com o conterrâneo Guio de Moraes. Já o mestre Alceu Valença, que nunca abandonou suas raízes pernambucanas, canta com seu filho, Ceceu Valença, o clássico de 1953, composto por Luiz Gonzaga e Zé Dantas, O xote das meninas.

Luiz Gonzaga, como não poderia deixar de ser é o músico mais regravado no projeto. Seu neto, Daniel Gonzaga canta Açucena cheirosa, também do rei do baião. As demais faixas apresentam cantores com visibilidade restrita ao nordeste do Brasil (ou mesmo ao estado de Pernambuco). São os casos de Alcymar Monteiro, Almir Rouche, Flávio José – que abre o disco com a gravação de Noites brasileiras (Luiz Gonzaga e Zé Dantas) – e Jorge de Altinho. Almério, cantor da atual geração, é a novidade do elenco com registro de Carcará (João do Vale e José Cândido, 1964).

O projeto São João nordestino foi feito nos mesmos moldes de Natal nordestino, disco lançado em 2016 de forma independente e, em 2017, distribuído nacionalmente pela mesma gravadora Biscoito Fino que agora amplifica o alcance do festivo álbum junino do ano passado.

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Novo álbum de Gal Costa sai em setembro

19 jun , 2018  

Novo álbum de Gal Costa sai em setembro

Novo álbum de Gal Costa sai em setembroNovo álbum de Gal Costa sai em setembro – Por uma questão estratégica, a gravadora Biscoito Fino adiou A Pele do Futuro, 40º álbum de Gal Costa. Programado anteriormente para agosto, a gravadora pretende lançar CD, LP e edição digital para setembro.

Com produção de Pupillo e direção artística de Marcus Preto, este é o primeiro álbum de Gal Costa desde o excelente Estratosférica (2015).  Com uma mescla de compositores novos, como Silva e Omar Salomão e antigos, como Gilberto Gil, Gal gravou ainda Adriana Calcanhotto, Djavan e Erasmo Carlos.

Novidades dentre os compositores gravados, destaque para o baiano Hyldon, autor de “Na rua, na chuva, na fazenda”, e a inusitada inclusão de uma canção da hitmaker sertaneja Marília Mendonça. Há ainda um duo gravado por Gal e Maria Bethânia, Minha Mãe, de Cesar Lacerda, que musicou um poema de Jorge Mautner.

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Universal Music reedita oito álbuns de Jair Rodrigues

18 jun , 2018  

Universal Music reedita oito álbuns de Jair Rodrigues

Universal Music reedita oito álbuns de Jair Rodrigues

O fato de a gravadora Universal Music relançar oito álbuns de Jair Rodrigues, apenas em formato digital, sem edições físicas (CD, LP) é lamentável. Mas, o fato da gravadora Universal Music relançar oito álbuns de Jair Rodrigues, mesmo que seja só em formato digital, é melhor do que nada e devemos comemorar sim.
Jair Rodrigues (6 de fevereiro de 1939 – 8 de maio de 2014) deixou um legado gigante na música, do tamanho de seu sorriso, com discos lançados entre 1962 e 2013. Dos álbuns relançados pela Universal, detentora do vasto acervo da gravadora Philips, onde “habitava” o cantor, sete foram lançados na fase da carreira de Jair, entre 1972 e 1985. Vale lembrar que o artista teve sua fase áurea nos anos 1960.

O álbum mais antigo dos relançados é o Com a corda toda (1972), na sequência Orgulho de um sambista (1973) e Minha hora e vez(1976) traz uma curiosa gravação de Galos, Noites e Quintais, do cearense Belchior. Depois vem o álbum Pisei no chão (1978), onde Jair Rodrigues flertou com a discoteca vigente da época. O pot-pourri Marchotecas apresenta sambas antológicos em cadência de marcha com batida das pistas de dança. Em 1979 tem a vez de Couro comendo, com Gamação danada, inusitada parceria de Neguinho da Beija-Flor com Almir Guineto (1946 – 2017). No disco seguinte, Alegria de um povo (1981), tem Dono de buteco, também de Guineto com o parceiro Luverci Ernesto. Samba de enredo nota 10! é de 1985 e pra encerrar o pacote, o oitavo na ordem cronológica ficou por conta do álbum Serestas & serenatas, lançado já em 2001. 

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