Música

Pérolas Negras de Melodia em show de Pedro Luís

27 jul , 2018   Video

Pérolas Negras de Melodia em show de Pedro Luís

O carioca e discípulo do Negro Gato do Estácio, Pedro Luís, revisita repertório de Luiz Melodia.

O repertório do “negro gato” do Estácio é apresentado em versões originais no show Pérolas negras – Homenagem a Luiz Melodia. 

Esse fato, por si só, já é motivo de comemoração. Mas, a homenagem partindo de alguém que é, acima de tudo, um verdadeiro admirador de Luiz Melodia, torna o fato ainda mais relevante.

No espetáculo, Pedro não quis apenas reproduzir os arranjos originas das canções maravilhosas de Luiz Melodia, por exemplo. O artista, acima de tudo, quis colocar sua própria marca e suingue.

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Pitadas

Titãs apresenta Ópera-Rock Doze Flores Amarelas

5 abr , 2018  

Titãs apresenta Ópera-Rock Doze Flores Amarelas

Titãs apresenta Ópera-Rock Doze Flores Amarelas – O grupo paulistano Titãs, que este ano completa 36 anos de atividade, encenou a primeira ópera-rock criada por uma banda no Brasil. O espetáculo intitulado Doze Flores Amarelas teve sua primeira apresentação no dia 3 de abril, dentro da programação da 27ª edição do Festival de Curitiba, como um ensaio aberto. Na noite do dia 4 a banda fez a segunda apresentação, considerada como uma pré-estreia, antes do registro em DVD, no decorrer da turnê nacional.

O espetáculo teve narração de Rita Lee, por sinal mãe do guitarrista Beto Lee, integrante dos Titãs desde 2016, e contou com 29 músicas em três atos, sobre assédio e vingança. Aliás, violência sexual contra a mulher é o tema central da história cantada e tocada, e do libreto escrito por Hugo Possolo a partir de argumento desenvolvido pelo dramaturgo com o escritor Marcelo Rubens Paiva e com os músicos e compositores Branco Mello, Sergio Britto e Tony Bellotto.

Titãs apresenta Ópera-Rock Doze Flores Amarelas

(Foto: Divulgação Festival de Teatro de Curitiba / Annelize Tozetto)

O enredo de Doze Flores Amarelas conta a história, intercalados com a narração de Rita, do assédio sexual sofrido por três estudantes universitárias, todas com o nome Maria, em uma festa que elas são indicadas a ir por um aplicativo chamado “facilitador“.

As Marias são vividas no espetáculo pelas atrizes Corina Sabba, Cynthia Mendes e Yas Werneck. Após serem abusadas por cinco rapazes elas decidem se vingar, utilizando a magia Doze Flores Amarelas, que o mesmo aplicativo, “facilitador”, recomenda. O espetáculo segue para São Paulo, onde será apresentado no palco do Teatro Paulo Autran (Sesc Pinheiros), de 12 a 15 de abril e depois segue em turnê nacional. Acompanhe a agenda do grupo na página oficial dos Titãs.

Titãs apresenta Ópera-Rock Doze Flores Amarelas

 Roteiro de Doze flores amarelasópera-rock dos Titãs

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“Delírio no Circo” – Novo DVD de Roberta Sá

3 fev , 2017   Gallery

A potiguar Roberta Sá, que eu jurava que era carioca, lança neste dia 10 de fevereiro, no Teatro Imperator , no Rio de Janeiro, o DVD do show “Delírio no Circo“. O projeto, registrado na tradicional casa carioca, o Circo Voador, reúne canções que abarca a trajetória da cantora e registros do último álbum.​ O show é constituído por um repertório de 20 canções de diferentes origens, é uma mistura que faz parte da construção de Roberta como interprete.

“O DVD é uma curadoria de tudo que eu ouvi e gostei entre um projeto e outro. Meu repertório é muito montado a partir dos encontros que acontecem na minha vida, e agora, estou muito feliz de poder lançar e apresentar este trabalho para o público paulistano”, diz Roberta Sá.

Entre as músicas do setlist estão: “Amanhã é sábado”, de Martinho da Vila, “Meu novo Ilê” e “Um passo a frente” compostas por Moreno Veloso especialmente para a cantora. Roberta Sá apresenta também no Teatro Imperator “Me Erra” (Adriana Calcanhotto), “Se for pra mentir” (Cézar Mendes e Arnaldo Antunes), “Covardia” (Ataulpho Alves e Mario Lago) e a versão de Roberta para “Gostoso Veneno”, clássico na voz de Alcione, entre outras.

A banda é formada por Fernando Caneca (violões), André Vasconcelos (baixo), Luis Barcelos(bandolim e cavaquinho), e o mestre Marcos Suzano. Roberta Sá e o CD “Delírio” acabam de ser indicados em duas categorias do Grammy Latino 2016: Melhor álbum de Música Popular Brasileira e Melhor Álbum de Engenharia e Gravação. O resultado será anunciado em 17 de novembro, em Las Vegas.

Fotos Divulgação

Roberta Sá – Delírio no Circo

Quando: 10/02
Onde: Teatro – Impertor – Centro Cultural João Nogueira
www.imperator.art.br
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: Sexta-feira: 21h
– Abertura da casa: 1h antes do show
Quanto: Plateia inferior e balcão: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
Classificação: Livre
Vendas: Ingresso Rápido e na bilheteria da casa
Horário de funcionamento da bilheteria: terças e quartas, das 13h às 20h; quintas e sextas, das 13h às 21h30; sábados, das 10h às 21h30; e domingos, das 10h às 19h30.
Informações: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h)
Forma de pagamento: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura.

Bônus
Eu com a musa, no dia em que a chamei de carioca e ela me disse que era de Natal. Na outra foto estou com o mestre da percussão, Marcos Suzano.

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Músicas e imagens de Zé Ramalho: Registro

11 jan , 2014  

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Músicas e imagens de Zé Ramalho: Registro – da mesma forma como descrevi na postagem que fiz sobre Lenine, tive o prazer de, a trabalho, assistir e entrevistar o paraibano, batizado José Ramalho Neto e nascido em 3 de outubro de 1949, na cidade de Brejo da Cruz.

Gosto tanto de música brasileira que me sinto muitas vezes impelido a falar/escrever sobre esses artistas maravilhosos que fizeram minha cabeça. Afinal de contas, é sempre bom compartilhar, não é mesmo?

Em outras palavras, eu sou o amigo chato que tá sempre comentando sobre esses artistas que nos brindaram com uma obra ímpar e que tem todo meu apreço.

Zé Ramalho ficou órfão de pai aos dois anos de idade e, esse fato, certamente marcou o menino por toda a sua vida e isso iria se refletir em sua obra, anos mais tarde. Nessa época vai morar em Campina Grande.

Músicas e imagens de Zé Ramalho: Registro
Capa do primeiro álbum de Zé Ramalho/Divulgação

Avôhai

Criado pelo avô, a partir daí, mas não sem esquecer o pai, Zé Ramalho conta que 20 anos após o incidente que vitimara seu progenitor ouviu o nome “Avôhai” soprado em seus ouvidos por entidades cósmicas.

Não á toa, como resultado, Avôhai se tornaria uma de suas canções mais emblemáticas.

O meu velho e invisível
Avôhai!
O meu velho e indivisível
Avôhai!

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Foto: Divulgação

Músicas e artistas que influenciaram Ramalho

Em 1961 Zé Ramalho se estabelece com a família em João Pessoa. É na capital paraibana que o compositor dá seus primeiros passos no meio artístico e se insere nos conjuntos de baile. Mas, o mais importante, começa a galgar seus primeiros passos rumo ao primeiro time da MPB.

Nessa época, bastante influenciado pela Jovem Guarda. Ramalho inicia seu profissionalismo, que lhe seria bastante útil nos anos em que iniciaria a carreira que conhecemos hoje.

Mas, acima de tudo, é nessa fase dos grupos de baile em que participou que Zé se deixou influenciar com a música de Renato e seus Blue Caps, Roberto e Erasmo, e, mais importante, conhece os Beatles. A paixão pelo quarteto de Liverpool permaneceria com Zé pra sempre.

Posteriormente, da mesma forma, vieram artistas como Bob Dylan, Rolling Stones e Pink Floyd com todas as suas canções lisérgicas. O disco gravado em parceria com Lula Cortês, “Paêbiru”, por exemplo, tem muita influência da banda inglesa criada por Syd Barret.

As imagens e a literatura

Nos anos 1970, Zé Ramalho tem contato mais de perto com a arte produzida pelos artistas do sertão nordestino. Ao participar da trilha sonora do filme “Nordeste: Cordel, Repente e Canção”, emboladores, violeiros e rabequeiros do sertão, por exemplo, são incorporados definitivamente ao seu método de compor e interpretar.

Suas raízes, assim como as influências literárias de Vinícius de Morais e Carlos Drummond de Andrade, passam a ser os ingredientes da receita “zéramalheana” de ser.

Uma pequena mostra, mas essencial, do trabalho do mestre Zé!

https://open.spotify.com/playlist/1ZZPxSQR1Wp1XHjJUgz3C7?si=Q8QzlVNtQcmWUtZeeW5amQ

 Discografia Zé Ramalho

Tributos

Fonte da discografia – Wikpedia

 

Abaixo estão algumas fotos que fiz no show do Zé Ramalho, Scar, em  Jaraguá do Sul-SC, em 06/11/2011. Posteriormente ao show, rolou entrevista e foto no camarim. Em suma, Músicas e imagens de Zé Ramalho: Registro é minha homenagem a esse artista maravilhoso, que, acima de tudo, com sua obra, ajudou a moldar minha personalidade.

Músicas e imagens de Zé Ramalho: Registro
Músicas-e-imagens-de-Ze-Ramalho-Registro-pitadas-do-sal
Músicas-e-imagens-de-Ze-Ramalho-Registro-pitadas-do-sal
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Músicas-e-imagens-de-Ze-Ramalho-Registro-pitadas-do-sal

por Ariston Sal Junior

Músicas-e-imagens-de-Ze-Ramalho-Registro-pitadas-do-sal
Eu e Zé, Zé e Eu!

 

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Pitadas

Músicas e imagens de Lenine: Registro

5 jan , 2014   Video

Músicas e  imagens de Lenine, foi o que consegui casar em meu primeiro show do cantor e compositor pernambucano Oswaldo Lenine Macedo Pimentel. Como resultado, fiquei ainda mais fã do trabalho do cara.

Nascido em Fevereiro, sob o signo de Aquário, Lenine despertou cedo para a música.

Ainda menino, das brincadeiras no bairro de Boa Vista, no Recife, surgem as primeiras influências e referências musicais que iriam acompanhar o músico por toda vida.

O clássico álbum Canções Praieiras, do baiano Dorival Caymmi, por exemplo, foi companheiro constante nessa fase, além de Ângela Maria, Jackson do Pandeiro e Miltinho.

Posteriormente os eruditos Bach e Chopin também forjaram o gosto musical de Lenine. 

canções praieiras Musicas e Imagens de Lenine
Canções Praieiras – Primeiro álbum de Dorival Caymmi, lançado em 1954

Mais tarde, o rock’n’roll entraria na receita e formaria a base sólida que posteriormente moldaram as músicas e imagens de Lenine, da mesma forma que a MPB.

O cantor e compositor é autor de belos álbuns e, acima de tudo, de músicas que marcaram e fazem ainda a cabeça de uma galera carente de novos talentos no mainstream atual.

Músicas e Imagens de Lenine

Diferente de um fã ou um mero ouvinte de músicas antes do advento da Internet, hoje em dia é muito fácil ter contato com a obra de um artista.

Em outras palavras, basta estar conectado na grande rede para termos acesso ás músicas e imagens de Lenine, como de qualquer outro artista.

Mas nem sempre foi assim…

O começo não foi fácil

Foi o álbum Clube da Esquina, de 1972, lançado por Milton Nascimento em parceria com o mineiro Lô Borges, na época um menino, que fez com que Lenine interioriza-se em si o Brasil. 

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Capa de Clube da Esquina, lançado em 1972

Mas, foi somente a partir de 1981, com a realização do Festival MPB Shell, que Lenine, por exemplo, começa a definir suas músicas e imagem.

Além disso, nessa época, ele se instala em uma vila, no bairro carioca de Botafogo, ao lado do conterrâneo Lula Queiroga e outros músicos. Isso certamente pode ter contribuído para Lenine dar os primeiros passos a caminho do estrelato.

Após uma temporada de shows no Teatro Ipanema-RJ, para apresentar o trabalho e talento musical da turma.

Roberto Menescal aprova o que vê e, como resultado, o fruto disso é o álbum Baque Solto, lançado em 1983 em parceria com Queiroga.

Mesmo assim, só para esclarecer, precisou uma década para que Lenine saísse do anonimato, ou, para se usar um termo do meio, saísse do underground, para se tornar o artista que conhecemos hoje.

Com sua música, Lenine apresenta em seu álbum solo de 1993, Olho de Peixe, pérolas como O Último Pôr do Sol e Pedra e Areia. Em outras palavras, o artista que conhecemos hoje nasce ali.

As canções de Lenine nesse primeiro trabalho contaram com a participação luxuosa do percussionista Marcos Suzano e deram início as primeiras turnês internacionais do artista.

https://www.youtube.com/watch?v=

Lenine entra para o primeiro time da música brasileira

Após ganhar o Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro, com seu disco de 2002, Falange Canibal, as músicas de Lenine passaram a ser uma constante no dial das rádios e, como resultado, a projeção de sua imagem passa fazer parte de programas de TV.

Lenine in Cité (2004) e Acústico MTV (2006) seguiram os passos de Falange e conquistaram o Grammy de melhor álbum. Além disso, as canções Martelo Bigorna e Ninguém Faz Ideia foram agraciadas com o prêmio de Melhor Música Brasileira. 

Além de cinco Grammy na estante, Lenine conquistou com suas músicas 12 Prêmios da Música Brasileira e dois prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte.

A partir de 2007, com o lançamento de Breu, composto para o balé da Companhia de Dança – Grupo Corpo, Lenine passa a definir um conceito antes de trabalhar as canções que comporão seus álbuns. O disco Triz, de 2013, também segue o mesmo molde, composto para outro balé da companhia e contém 10 canções do músico.

Labiata, de 2008 teve as orquídeas, uma das paixões de Lenine como inspiração. O disco foi batizado com uma espécie da planta do nordeste do país.

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Capa do Álbum Labiata, lançado em 2008

Em Chão (2011), que teve a produção em parceria com o filho Bruno Giorgi e Jr. Tostoi, o mote foi sons do cotidiano, “seja de uma chaleira, de um canarinho, de uma cigarra ou de uma máquina de lavar roupa”, conforme descrito no site oficial de Lenine.

Discografia Lenine

  • Baque Solto (1983)
  • Olho de Peixe (1993)
  • O Dia Em Que Faremos Contato (1997)
  • Na Pressão (1999)
  • Falange Canibal (2002)
  • Lenine in Cité (2004)
  • Acústico MTV Lenine (2006)
  • Labiata (2008)
  • Lenine.doc – Trilhas (2010)
  • Chão (2011)
  • Carbono (2015)
  • The Bridge – Lenine & Martin Fondse Orchestra (2016)
  • Lenine Em Trânsito (2018)

Em 2015 Lenine lança Carbono, inspirado nas raízes pernambucanas e fecha a trilogia iniciada em Labiata.

Os dois últimos trabalhos, The Bridge (2016) – gravado na Holanda, lançado também em DVD e Em Trânsito (2018), gravado no Rio de Janeiro, dá sinais que Lenine está sempre em movimento, se reinventando, em direção á uma nova visão sobre seu tempo.

As músicas de Lenine sempre preciosas

O bom das músicas de Lenine é que elas, embora tenham a marca registrada indelével do compositor, não se repetem e nem se perdem em fórmulas. 

Assim como um bom ourives, Lenine a cada canção lapida as imagens, letra e música de forma única a sempre nos brindar com uma nova jóia.

5 Pedaços do tesouro de Lenine

  • “Se você quer me seguir, não é seguro”
  • “A curiosidade de saber o que me prende, o que me paralisa, serão dois olhos negros como os teus que me farão cruzar a divisa?”
  • “Enquanto todo mundo espera a cura do mal e a loucura finge que isso tudo é normal, eu finjo ter paciência”
  • “Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão, eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos, como um deus, e amanheço mortal”
  • “Se tá puto quebre, tá feliz requebre, se venceu celebre, se tá velho alquebre e corra atrás da lebre”
https://www.youtube.com/watch?v=H8heUZxU92g

Lenine em canções e imagens

Tive a oportunidade de assistir Lenine apenas uma vez, em um show na cidade de Joinville, em uma festa tradicional da cidade. Na oportunidade, além das músicas, tive a felicidade de captar imagens (veja galeria no fim do post) e entrevistá-lo no camarim após o show. 

Isso ocorreu em 2011. A matéria saiu em um jornal que eu trabalhava na época, algumas fotos estão na galeria abaixo. Segue também um Top 10 Canções do Lenine, na minha opinião.

https://open.spotify.com/playlist/6BKpFIZDmKAU8XOcT7ATVf?si=xZ3iTc9_QhyNFu0HmvS7VA

Se você gostou do meu texto, compartilhe com seus amigos. É uma oportunidade de conhecer um pouquinho desse artista brasileiro que tem uma obra que já marcou a MPB. Quem sabe as músicas e imagens do Lenine também não façam a cabeça de novas pessoas, assim como fez a minha.

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Expoville, Joinville-SC
15/11/2010

Fotos por Ariston Sal Junior

Lenine e Sal, por Piero Ragazzi

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